A palavra soberania é frequentemente usada como uma conclusão. Para apoiar decisões técnicas e jurídicas, ela precisa ser decomposta em dimensões mensuráveis e conectadas ao risco real do serviço.
1. Residência e localização
Onde dados, cópias, chaves, logs e metadados são armazenados e processados? Há controle de região? Quais serviços globais escapam dessa delimitação?
2. Jurisdição e acesso legal
Quais leis podem alcançar o provedor, suas controladoras, afiliadas e suboperadores? Como pedidos governamentais de acesso são tratados e comunicados?
3. Controle operacional
Quem administra identidades, chaves, contas-raiz, redes, backups e mecanismos de recuperação? O cliente consegue operar durante uma indisponibilidade do intermediário?
4. Cadeia tecnológica
Quais componentes críticos dependem de fornecedores estrangeiros, atualizações proprietárias, licenças, chips, redes ou serviços compartilhados?
5. Continuidade e resiliência
O desenho suporta falhas regionais, interrupções contratuais, sanções, descontinuação de produto e indisponibilidade de conectividade? Os planos são testados?
6. Portabilidade e saída
Existem formatos, ferramentas, prazos, custos, responsabilidades e capacidade operacional para migrar dados e cargas? A estratégia de saída é executável ou apenas declaratória?